18/03/2016
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Brasil, real e legal
Por Danilo Forte

Sérgio Francês   
 

Venho me irmanar, aqui, ao movimento das ruas. Reparei na firmeza consciente daquelas pessoas, daqueles milhares de manifestantes vestidos de verde e amarelo, exaltando a democracia e demonstrando sua indignação contra aquela falsa esperança que se diluiu na arrogância, no autoritarismo e agora, finalmente, no discurso do medo. O discurso do medo como o bastião que faltava para tentar fazer com que o partido do Governo se segure no Palácio do Planalto.
 
Esse momento que levou o povo às ruas em todo o País foi apenas mais um momento de afirmação do basta. Em 2013, eu já alertava, no plenário da Câmara dos Deputados, que a manutenção desse projeto de governo era inviável e que era inútil o continuísmo que se queria impor como solução para todos os problemas. Diante do fogo democrático trazido das ruas nesse dia 13, não podemos persistir na luta entre o velho e o vigente, o antigo e o atual. Temos que investir no novo que é a mudança de poder.
 
Quem estava nas ruas eram os nossos eleitores, aqueles que nos colocaram no Congresso para representá-los, para multiplicar os seus desejos e anseios e transformá-los em realidade.

O povo precisa e quer ver essa nação novamente unida, em desenvolvimento pleno e com todos os corrutos na cadeia. O Governo que aí está não tem credibilidade para propor qualquer programa de estabilidade capaz de gerar uma unidade nacional.
 
É preciso reconstruir uma base nova capaz de unir o Brasil em torno de um programa de recuperação fiscal, financeira e econômica para fazer frente ao desemprego e a carestia que afeta a todos, esmaga e joga na fome aqueles que tem menos. Além disso, esse grupo que voltará a dar unidade à pátria terá que trabalhar com toda a transparência possível para afastar os escândalos que nos colocaram nas primeiras páginas dos jornais internacionais.
 
O remédio legal e constitucional capaz de salvar o Brasil já foi apontado nas ruas pelo 13 de março. O uso institucional para decretar o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Agora é debater, discutir e votar o impeachment. O Congresso Nacional não poderá ficar de costas à nação que veio a público falar de sua dor. A nação está atenta e não aceitará meias medidas ou que o Congresso fique de braços cruzados diante as ameaças de reação do PT marcada para os próximos dias. Não deverá haver próximos dias sem a decisão constitucional, viável e legal de tirar Dilma Rousseff da cadeira que ela teima em ocupar e que até desdenha do povo ao dizer que não se resignará à renúncia. Se ela não tem capacidade de entender que só está prejudicando a nação, o Brasil tem a Constituição para arrancá-la da cadeira que ela jamais deveria ter ocupado.

 
 
 
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