27/08/2018
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Profissionais de saúde listam projetos prioritários em discussão na Câmara

ACTbr   
Alimentação saudável e combate ao tabagismo foram temas no evento
 

Reunidos no 11º Seminário Alianças Estratégicas, realizado na última semana no Congresso Nacional, profissionais da área de saúde discutiram como melhorar as políticas públicas do setor e elegeram uma lista de projetos prioritários a serem aprovados por deputados e senadores.

No que diz respeito no combate ao tabagismo, um projeto do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), propõe que parte dos recursos da Cide, contribuição que recai sobre a fabricação ou a importação de tabaco, seja usada no tratamento dos males decorrentes do fumo (PLP 4/15).

“Os custos com a prevenção e o tratamento de doenças provocadas pelo tabaco e seus derivados são exorbitantes. Segundo o Ministério da Saúde, gasta-se com o tratamento de fumantes duas vezes mais do que se arrecada com os impostos do cigarro. Especificamente para o SUS – Sistema Único de Saúde, o tabagismo provoca um prejuízo anual de pelo menos R$ 338 milhões (7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no País)”, observou Molon.

A psicóloga Sabrina Presman, da Aliança de Controle de Prevenção de Saúde (ACT), lembra que problemas decorrentes do fumo são crônicos, o que se reflete nas despesas do Sistema Único de Saúde (SUS).

"Não é uma doença pontual, aguda, que você vai e trata e tem a cura. Quando você pensa em enfisema pulmonar, problemas cardíacos ou câncer, os tratamentos são de médio e longo prazos e têm custos envolvidos, tanto na saúde, como na previdência, com as aposentadorias precoces. Economicamente, o custo das doenças tabaco relacionadas tem um impacto enorme na nossa sociedade", alertou a psicóloga.

Alimentação saudável – Na área de alimentação saudável, as propostas têm como alvo o alto consumo de refrigerantes e sucos industrializados, relacionado ao aumento do índice de obesidade infanto-juvenil. E novamente os impostos são a arma. Na casa há dois projetos, um visa aumentar a alíquota do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre as bebidas açucaradas (PL 8541/17); a outra proposição proíbe a venda de refrigerantes em escolas de ensino básico (PL 1755/07).

Informações da Agência Câmara
 
     
 
     
 
       
 
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