05/11/2018
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Bancada socialista fortalece documento da Comissão Executiva sobre cenário nacional

Chico Ferreira/Lid. PSB   
João Campos elogia documento e pede responsabilidade aos pares
 

A bancada do PSB na Câmara se reuniu, nesta segunda-feira (5), com a Comissão Executiva Nacional do partido, para aprovar documento em que avalia o quadro político pós-eleições 2018. O texto destaca o posicionamento do partido diante da nova conjuntura nacional, frente às pautas defendidas pelo Governo eleito. O presidente da Legenda, Carlos Siqueira, pediu defesa intransigente da democracia e preservação dos direitos sociais.

Para Danilo Cabral (PSB-PE), é justo e necessário que todos cumpram o papel que foi designado ao PSB nas urnas. "Devemos fazer uma oposição com muita responsabilidade, sem formar um ‘cabo de guerra’ em torno dos interesses do povo brasileiro. Temos nossos valores e vamos analisar situação por situação, o que o povo espera é que a gente construa pontes e não muros", destacou Cabral.

O jovem deputado eleito pelo estado do Pará, Cássio Andrade, afirmou estar feliz por fazer parte dessa bancada com posições firmes e pela qualidade técnica de seus pares. “Saúdo todos os eleitos e reeleitos. Aproveito para dizer que o documento me contempla e está bem redigido. Quero contribuir amplamente para meu Estado e para meu País.”

O deputado eleito por Pernambuco, João Campos, parabenizou a Comissão Executiva na figura de seu presidente Carlos Siqueira e o consenso de ideias transcritas no texto. “Nesse momento tão difícil e inusitado que o Brasil atravessa, é importante prezarmos pelo diálogo e por todas as conquistas que custaram muito caro ao nosso povo. Esse será o nosso papel, ter responsabilidade como dirigentes partidários e trazer o debate para nosso campo, pois esse documento é muito preciso no que diz respeito aos nossos objetivos”, argumentou Campos.

Para Alessandro Molon (PSB-RJ), a firmeza do partido nesse processo eleitoral foi muito importante. “Frente a todas as considerações já ditas aqui, o partido tem amplas condições de conseguir a liderança da Minoria no Congresso no primeiro ano de Governo e, dessa forma, colocar em prática nossos argumentos diante de tantos assuntos a serem tratados”, disse Molon.

Numa avaliação direta a respeito do documento aprovado, o deputado Júlio Delgado (PSB-MG) afirmou que é preciso formar uma bancada “dos centrados, de quem tem juízo”. “O Congresso pode ter parlamentares de esquerda, direita e do ‘centrão’, mas é necessário ter juízo com o País. Temos que ter cabeça e a centralidade de ocupar posições para fazermos a nossa política”, esclareceu.

Camilo Capiberibe, eleito deputado federal pelo Amapá, informou que se sente bem representado pela Carta. “Acredito que é importante seguirmos com nossa defesa intransigente pela democracia, sem estar atrelados a qualquer outra legenda. Respeitamos a escolha da sociedade por este novo Governo, mas não vai ser fácil nosso enfrentamento por mais diálogo no Congresso”, encerrou.

A resolução faz ainda uma avaliação dos desafios que se impõem com a onda conservadora que ganhou força no Brasil e em várias partes do mundo. Traz também um balanço do desempenho dos socialistas nas urnas.

ACESSE O DOCUMENTO NA ÍNTEGRA

Rhafael Padilha
 
     
 
     
 
       
 
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