25/06/2020
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Para Vilson da Fetaemg, é momento de unir forças para socorrer os agricultores familiares

Assessoria/Vilson da Fetaemg   
 

"Além das filas de covas em razão das mortes pelo coronavírus, teremos as filas de mortes em função da fome". A frase trágica foi dita durante a live "Brasil em Pandemia: o futuro da agricultura familiar e os caminhos de prevenção à fome" e ilustra o descaso do governo federal com as famílias de agricultores familiares. A discussão contou com a presença do vice-líder da Minoria na Câmara dos Deputados, o socialista Vilson da Fetaemg (PSB-MG). A quebra da cadeia produtiva, a negligência do Governo Bolsonaro e a aquisição de alimentos dos pequenos produtores foram os assuntos discutidos.
 
Além desses temas, a necessidade de aperfeiçoamento do relatório ao Projeto de Lei nº 735/2020 que cria um abono para feirantes e agricultores familiares que se encontram em isolamento em função da pandemia. Tanto Vilson da Fetaemg, quanto o deputado Heitor Schuch (PSB-RS) possuem projetos apensados ao PL nº 735 que tratam da criação de auxílio emergencial para agricultores familiares; da criação de incentivo para aquisição de produtos agrícolas; e ainda dispõem sobre a continuação do pagamento do benefício.
 
O deputado Vilson da Fetaemg avaliou o governo Bolsonaro como genocida em razão do elevado número de mortes pelo coronavírus. E reforçou que o vírus está chegando ao interior e principalmente aos produtores rurais que não podem parar o trabalho. "É uma categoria que não pode parar. Temos que produzir alimentos. A gente precisa de dar as mãos nesse momento. É importante aprimorarmos o relatório do 735 (Projeto de Lei)", destacou.
 
Vilson lembrou ainda que existe um projeto de lei de sua autoria que revisa o auxílio emergencial para um salário mínimo, além de outro que cria crédito especial para as empreendedoras rurais chefes de família.
 
Pequenos Agricultores - Uma das participantes da live, Maria Kazé, dirigente nacional do Movimento dos Pequenos Agricultores, garantiu que a pandemia acentuou problemas históricos enfrentados pelos pequenos agricultores sejam eles quilombolas, indígenas ou agricultores familiares. Ela citou, por exemplo, a questão do individamento dos agricultores. "Não é aceitável resolver dívida de banqueiros, empresários, do agronegócio; e não resolver do agricultor familiar", enfatizou Kazé.

Fabrício Francis
 
     
 
     
 
       
 
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